sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Dark Cabaret


É uma concepção de música com influências do cabaret germânico, do burlesque, de vaudeville, do punk e de outros estilos relacionados.
O termo "Dark Cabaret" é aplicado para um grande número de bandas que também podem cair em gêneros como Punk Cabaret, Punk Opera, Neo-Burlesque, Vaudeville, Neo-Folk, Apocalyptic Folk, Psych Folk, entre outros. As mudanças e misturas desse gênero podem tornar difícil a tarefa de definir o gênero das bandas influenciadas pelo Dark Cabaret.
O Dark Cabaret é caracteristicamente dirigido por piano e por intensos vocais femininos ou masculinos influenciados pelo estilo de Kurt Weill, Marlene Dietrich, Alexander Vertinsky, Cole Porter, Danny Elfman, Nina Hagen, PJ Harvey, Tom Waits, Tom Lehrer, Nick Cave, e até mesmo de Roxy Music/Brian Eno. A música tambem pode se basear em outro instrumento, como cello, violino, acordeão ou trompete. O Dark Cabaret pode ser descrito como uma fusão das estéticas do cabaret e do gótico.

Fonte:http://dark-cabaret.blogspot.com/2009/02/concepcao-do-dark-cabaret.html

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Pra você com todo meu amor inflamado...


Hoje é um dia especial, apesar de ser o ultimo dia do ano também e o dia em que descobri que sou amado, pode parecer uma babaquice, mas só com ele eu me sinto completo uma existência completamente siguinificante, dando sentido para minha ciência e meu ser obscuro e rude.
No meu pleno universo de coisas absurdas e controladas pelo meu ego e por minhas certezas brota de um chão árido uma criatura que me faz pensar e refletir na grandiosidade de vida além dos livros e musicas e ouso no radio a noite em plena solidão de meus caminhos de certezas incontestáveis. Parece um clássico sintoma de paixonite aguda, mas creio que é algo mais profundo que isso e por isso e que a falta dela me dói tanto.
Quando escolto sua voz por telefone ou sinto seu cheiro na carta lembro-me do prazer que sinto na sua simples presença que para mim e a vida voltando aos meus olhos, o nascer de uma nova vida repleta de aventura e sonhos, meu coração palpita de uma forma descontrolada que me faz quase um beija-flor na plenitude de sua vitalidade ao encontra sua flor perfeita, ela pode não parecer para você uma pessoa perfeita, pois não importa o que você pensa dela, para mim ela e importante e perfeita. Mas, no entanto eu temo, temo por nosso romance se perder nesse mundo atribulado que nos faz trilhar caminhos diferentes e complicando nossas vidas, eu pórem tenho um sonho, sonho em ser feliz de ter alguém ao lado para o que der e vier, para dividir os problemas e alegrias, dividir o fardo infinitamente pesado que é viver em seu caráter absoluta, sobretudo uma amiga em que eu possa confiar meus segredos mais obscuros uma cúmplice de crimes perfeitos onde possamos contemplar a beleza que é o infinito dos nossos olhos mortais, esse e meu amor em sua esplêndida complexidade de magníficas sensações que me fazem sorrir e chora ao mesmo tempo, minha centelha divina de inspiração inesgotável justamente quando o frio vem e a dor revela a mais esplêndida emoção o amor.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Bresso



Meu último cigarro enche meu pulmão
Minha palavras estremecem diante de ti
Repletas de esperança e medo
Você me vê sentado aqui petrificado
Sem amor - vazio e enfermo
Sangrando - exausto

Mas seu amor corre em minhas veias
Não estou morto - não - não estou morto
Não estou morto - não - não estou morto

Ainda escuto sua voz a me falar
Ainda sinto seus lábios a me tocar
Ainda brilha a sua luz em mim
Eu ainda te amo
Ainda
Ainda
Ainda

Ainda quero te conhecer
Quero me alimentar de seu espírito
Quero me perder completamente em tí
Me perder completamente em você

Toda sua beleza - todo seu brilho
O castigo por te amar -
O castigo do meu amor

Agora eu te pergunto - Aonde você está?
Aonde você está agora?
A esperança se esvai pela minha mão
A desesperança se tranca em meu coração
Sinto amor dentro de mim
Mentiras e palavras carinhosas escuto de ti
Meu relógio biológico - destruido
As lembraças condenam
E sempre te amei

Ainda escuto sua voz a me chamar
Ainda sinto seus lábios a me tocar
Ainda brilha a sua luz em mim
Ainda te amo
Por favor volte
Por favor

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O poder Nerd Power.





Por: Fernando Gil Mesquita

Um movimento de jovens adultos e crianças vêm crescendo de uma forma potencial acarretando em livros, filmes e invadindo os sistemas de informação como internet, teve, jornais e revistas é um movimento intitulado de Nerd Power que é encabeçado por leitores e pensadores compulsivos pro aventuras e mistérios que também são fascinados por tecnologia e ciências essa pessoas diferentes eram quase que massacrados pelas pessoas normais, no entanto hoje temos poder um poder que provem de uma história de resistência e perseverança p ara nos Nerds de todo o mundo.
Os quadrinhos, os filmes, as revistas tecnológicas, a tevê educativa e outros mais sistemas que temos hoje são uma evolução do conhecimento e da nova geração de pessoas que tem o mundo em sua mente e no seu coração.
Sou um nerd sim e tenho orgulho disso sou feliz assim e quero que todos saibam que estamos aqui em borá humilhados pelos outros e quase extintos, mas estamos crescendo exponencialmente somos bem sucedidos no que fazemos. Se você e como eu e tem esse orgulho de ser quem você é então se junte e fortaleça a nossa força.


http://jovemnerd.ig.com.br/



Tudo é monumental na saga As Crônicas de Gelo e Fogo. Seu primeiro volume, A Guerra dos Tronos, que acaba de ser lançado no Brasil pela LeYa, é uma calhamaço de quase 600 páginas – e olhe que é apenas o primeiro de uma série prevista para sete livros. Estima-se que os quatro já publicados até agora venderam, lá fora, mais de sete milhões de exemplares, sendo que o mais recente, A Feast for Crows, chegou ao topo da lista de best-sellers do jornal The New York Times. A revista Time chamou seu autor, George R. R. Martin, de “o Tolkien americano”. O produtor David Benioff definiu Game of Thrones, a vindoura série da HBO que vai levar a saga para as telinhas, como “Os Sopranos na Terra Média”.
Ironicamente, esse caráter épico da obra, que promete ser fielmente transposto para a televisão, é justamente uma resposta à frustração que fez com que o escritor abandonasse um emprego de dez anos como roteirista de tevê. Depois de iniciar sua carreira com livros bem recebidos entre os fãs do gênero fantasia, George R. R. Martin migrou para Hollywood, onde nos anos 80, esteve à frente de, entre outros, o seriado A Bela e a Fera, estrelado por Linda Hamilton (a Sarah Connor de O Exterminador do Futuro) e Ron Pearlman (já se acostumando com a maquiagem pesada bem antes de Hellboy), e o remake da clássica série sobrenatural Além da Imaginação.

“Meus roteiros eram sempre longos e caros. Eu sempre tinha que enxugá-los. Havia personagens demais, cenários demais. [Os produtores diziam:] ‘Não podemos ter todos esses cenários, não podemos ter essa cena de batalha que você escreveu porque só podemos bancar 12 extras’. Então, acabei voltando para os livros. Eu disse: ‘Não me importo com mais nada daquilo. Vou escrever a maior história que eu puder. Vai ter centenas de personagens, batalhas gigantescas, castelos magníficos e paisagens maravilhosas – todas as coisas que eu não podia ter na televisão’”, disse Martin em uma entrevista para a jornalista Maureen Ryan, do Chicago Tribune.

E Martin, de fato, tem hornado o compromisso, apresentando um enredo complexo desde o primeiro volume. A Guerra dos Tronos é ambientado em Westeros, um reino bem parecido com a Europa medieval – com a diferença de que lá o verão e o inverno duram décadas e, num passado não muito distante, criaturas fantásticas como lobos gigantes e dragões realmente existiram. Ou será que ainda existem?

A trama principal gira em torno de Eddard “Ned” Stark, nobre protetor das terras do norte, que é convocado pelo rei Robert Baratheon a ocupar o cargo de A Mão do Rei – uma espécie de chanceler, que governa em nome do monarca. Amigo pessoal de Robert, Ned relutantemente aceita a incumbência, movido pelo objetivo de proteger seu rei e investigar uma possível conspiração arquitetada pela própria rainha, a ambiciosa Cersei Lannister, e seu irmão gêmeo Jaime.

Aos poucos, no entanto, descobrimos que nem tudo é simples como parece: Robert é, na verdade, um usurpador – anos antes, com a ajuda de Ned, ele havia destronado Aerys II, o chamado “Rei Louco”, representante dos Targaryen, a antiga dinastia que havia unificado os sete reinos que outrora formavam Westeros.

A construção dessa intriga palaciana é claramente influenciada pela Guerra das Rosas – o período da história inglesa, na segunda metade do século XV, que foi marcado pela disputa de poder entre as casas York e Lancaster, e que inspirou algumas das peças mais famosas de William Shakespeare, como Ricardo III. Trazer alguns elementos do romance histórico (gênero explorado por autores contemporâneos como Bernard Cornwell) para a fantasia é, aliás, um dos grandes trunfos da obra de Martin. Além dos jogos políticos na corte, o escritor cria um detalhado universo em que não faltam, por exemplo, o complexo relacionamento entre senhores e vassalos, os torneios de cavaleiros e o subestimado poderio dos povos estrangeiros.

“Romances históricos são maravilhosos de ler, mas o único problema é que eu sei muito de história. Então, eu sempre sei o que vai acontecer. Se você está lendo um romance sobre a Guerra das Rosas, não importa o quanto ele seja bom ou ruim, você sempre sabe quem vai vencer. Com este tipo de coisa [o estilo adotado em As Crônicas de Gelo e Fogo], você pode surpreender as pessoas. É escrito como romance histórico, parece romance histórico, mas você não sabe o que virá a seguir”, disse Martin em entrevista para a jornalista Linda Richards, da January Magazine.

Também contribui para esse cunho surpreendente da trama o fato de que os personagens-chave são ricamente elaborados. Quem está mais próximo de ser alguém totalmente íntegro é Ned, e mesmo ele tem uma mancha em seu passado – um caso extraconjugal que resultou num filho bastardo, chamado Jon Snow. De resto, em ambos os lados, tanto entre os Stark quanto entre os Lannister há personagens dúbios, que não se encaixam na dicotomia mocinhos-bandidos – e o melhor exemplo disso é Tywin, o anão, irmão de Cersei e Jaime Lannister.

É preciso, ainda, destacar a engenhosidade da narrativa. A divisão em capítulos curtos, cada um focado em um personagem, evidencia a influência dos scripts televisivos na escrita de Martin, ao mesmo tempo em que torna a leitura ágil e fluida. E a forma como as subtramas – a marcha (ou melhor, a cavalgada) dos irmãos Viserys e Daenerys Targaryen para reclamar o trono, e a ameaça sobrenatural representada pelos Outros, no norte do reino – são conduzidas, paralelamente à trama principal, permite que elas culminem em um desfecho meticulosamente planejado para deixar o leitor em suspense.

Bom, eu perdi boas horas de sono, sem conseguir largar o tijolo de quase 600 páginas, e não vejo a hora de repetir a dose no próximo volume, A Fúria dos Reis. E também aguardo ansiosamente pela estreia, em 2011, da série da HBO, que terá no elenco, entre outros, Sean Bean (o Boromir de O Senhor dos Anéis) como Ned, e Lena Headey (a rainha Gorgo de 300) como Cersei. Que venha logo o inverno!

FONTE:http://jovemnerd.ig.com.br/colunas/cabeceira/a-guerra-dos-tronos-resenha/

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Meu último trabalho na UFC-Cariri

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DIRETÓRIO ACADÊMICO DE BIBLIOTECONOMIA XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da informação Os novos campos da profissão da informação na contemporaneidade 16 a 22 de janeiro de 2011
PROJETO RONDON: A educação como base do desenvolvimento social através da extensão1.
Andria Dias de Oliveira*
Cirleide da Silva Ribeiro**
Elieny do Nascimento Silva***
Fernando Gil Mesquita****
Sebastião Cavalcante de Sousa*****
Resumo
A extensão é um dos principais meios de transferência dos conhecimentos adquirido por meio do ensino e da pesquisa para as comunidades, em um sistema de colaboração e atitude, promovendo o desenvolvimento, por meio de uma reeducação, embasada nas informações tradicionais e dos conhecimentos científicos dos extensionistas. Neste sentido o presente trabalho tem como objetivo evidenciar a realidade das comunidades, para implantar bibliotecas comunitárias a fim de promover o incentivo a leitura, oferecendo também oficinas e palestras direcionadas a população local de Brejinho situado na zona rural do município de Barbalha e da comunidade das Timbaubas situada na zona urbana do município de Juazeiro do Norte, ambas estão localizadas na região metropolitana do Cariri- CE. Este trabalho faz parte do Projeto Rondon que tem o intuito de promover a unificação do conhecimento e tecnologias aplicadas para o desenvolvimento socioeconômico das comunidades. Por meio de visitas técnicas e de alguns questionários, pode-se conhecer melhor a comunidade e com este estudo notou-se as deficiências educacionais da região e em seguida será aplicado questionários voltados para a biblioteca afim de conhecer melhor os usuários e suas necessidades. Dessa forma pretende-se contribuir com o desenvolvimento da comunidade através da implantação da biblioteca e da leitura para quer dessa forma diminuir o índice de analfabetos que foram constatados nos primeiros questionários.


Palavras-Chave: Escolaridade. Bibliotecas Comunitárias. Parâmetros Sociais.
1Trabalho cientifico de comunicação oral apresentado ao GT 5 – Cultura e direito a Informação.
*Graduando do 5º semestre do curso de biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará/ Campus
Cariri,autora .andria_ufc@yahoo.com.br
**Graduando do 5º semestre do curso de biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará/ Campus
Cariri, autora. Cirleide.ribeiro@yahoo.com.br
***Professa do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará/ campus Cariri, orientadora.
elienysilva@yahoo.com.br
****Graduando do 5º semestre do curso de Agronomia da Universidade Federal do Ceará/ Campus
Cariri, coautor. fernandogilmesquita@hotmail.com
*****Professor do Curso de Agronomia da Universidade Federal do Ceará/ campus Cariri, coautor.
scsousaufc@hotmail.com

Parecer
Aprovado. Sem restrições

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Flores secas do cerrado


Há pessoas que falam menos que um papagaio, mas em Brasília até as paredes emitem estalos suspeitos. Silêncio, mesmo, só na lonjura, no cerrado original. Na parede do quarto do hotel observo um origami com dobras geométricas. Da janela posso ver árvores desfolhadas com galhos retorcidos, o gramado marrom, o horizonte queimado pela seca de setembro. No centro da paisagem calcinada, a praça dos Três Poderes... Dizem que a nova Biblioteca de Brasília foi inaugurada sem livros. Será uma metáfora da cabeça de tantos políticos? Ou do tempo em que vivemos?

A arrumadeira é uma mulher de Minas; o recepcionista, um rapaz pernambucano, um dos ajudantes do chef de cozinha, baiano. O Brasil todo está aqui, e esse Brasil de verdade parece ausente nas esculturas côncava e convexa do Congresso Nacional. Cada vez que entro no elevador minha cabeça se enche de sons de pássaros. Cantam e não aparecem: onde estão? Não há pássaros nas imagens do Pantanal e da Amazônia coladas nas paredes do elevador panorâmico. Mas quando subo ou desço 17 andares, sou obrigado a ouvir trinados metálicos na caixa de vidro e aço. Lembro do conto “Paolo Uccelo”, do escritor francês Marcel Schwob. O genial artista florentino do Quattrocento era obcecado por pássaros, pela geometria e pela perspectiva. Uccello queria entender o mundo (o espaço) em profundidade. As paredes de seu ateliê eram cobertas de pássaros pintados por Uccello, daí seu apelido e o título do conto de Schwob. Mas a vida não é imaginária, nem sempre é, sobretudo quando o elevador pára no térreo e o cronista se senta à mesa do café da manhã e ouve pedaços de conversas indiscretas:

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Minha Mente Liberta

As palavras brotam em minha mente e me sufocam por não poder pronunciar tais palavras, que já escandalizarão o mundo, palavras que libertam mentes oprimidas pela escuridão das rotinas nebulosas. Gostaria que fossem realmente compreendidas com toda a sua complexidade e simplicidade, seu estilo real e utópico fixando dados autobiográficos de uma ciência artística contradizendo a razão muitas vezes incoerente, seguindo na contra mão, vivendo as mentiras impostas pela realidade do mundo insultando deuses e demônios, amando o divino e o profano sem poder de libertação.

Charlote Lottos

.Apenas o fim.



Nota:
Bom eu não sou um critico de cinema nem um especialista nisso, mas queria expor minhas opiniões e visões assim desenvolvendo minha consciência critica ou sei lá de ter sido só uma desculpa para poder escrever o que se passa na minha cabeça, mas não importando o porque vamos a discussão.

É uma produção muito interessante eu classificaria como um filme alternativo que vem com o intuito de mostra a realidade de um casal de universitários quem tem uma afinidade e suas esquisitices marcantes e distintas. Este filme me fez pensar que a gente tenta fugir de nosso mundo para nos proteger das pessoas podendo ser afetados ou atingidos pelo mundo que os rodeia, essa seria a caracterização dele, uma pessoa retraída. Ela seria uma pessoa que se diz senhora de seu caminho com suas certezas assim se mostrando uma pessoa meio que fria e cheia de maluquices e quando encontro alguém que fosse respectiva ao seu restilo de vida.
Não e uma super produção, mas conseguiu ma passar uma emoção e certa sensibilidade para entender os fatos, no meu caso, se posicionar no lugar do personagem não em suas ações, lógico, mas em como as coisas acontecem em um relacionamento, nada dura para sempre e sempre assim temos que aproveitar os bons momentos, pois no fim só eles ficam.
Isso é apenas o fim.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A Clockwork Orange(Laranja Mecânica)


spoilers

Ambientado numa Inglaterra num futuro indeterminado, o filme mostra a vida de um jovem, chamado Alexander DeLarge, cujos gostos variam de música clássica (Beethoven), a estupro e ultraviolência. Ele é o líder de uma gang de arruaceiros, aos quais se refere como "druguis" (palavra originária do russo druk, amigo). Alex narra a maioria do film em "Nadsat", um idioma que mistura o russo, o inglês e o cockney (por exemplo, rozzer é polícia, drugo é amigo, chavalco é homem, moloko é leite). Alex é irreverente e abusa dos demais; mente para seus pais para faltar da escola.

Alex leva seus droogs a invadir uma casa, golpeiam um escritor que vive nela e estupram a sua esposa, enquanto Alex canta Singin' in the Rain. Depois, lida com uma tentativa de golpe de um seus droogs subordinados.

Depois de faltar às aulas, seduz a duas adolescentes em uma loja de discos; apesar de não reconhecer o nome de suas estrelas favoritas, este as leva para sua casa e tem relações sexuais com ambas.

Posteriormente, Alex é capturado durante um assalto, traído por seus droogs (um ao qual Alex tinha cortado a parte superior da mão direita por ter desrespeitado sua autoridade na gang). Alex é golpeado no rosto com uma garrafa de leite e fica cego, de forma temporária, na cena do crime. Essa cegueira permitirá sua captura. Depois de ser preso, descobre que a vítima do roubo morreu: Alex é um assassino. É sentenciado a 14 anos de prisão.

Depois de ter cumprido dois anos de prisão, ele é liberado na condição de se submeter ao tratamento Ludovico, uma terapia experimental de aversão, desenvolvida pelo governo como estratégia para deter o crime na sociedade. O tratamento consiste em ser exposto a formas extremas de violência sob a influência de um novo soro, como ver um filme muito violento. Alex é incapaz de parar de assistir, pois seus olhos estão presos por um par de ganchos. Também é drogado antes de ver os filmes, para que associe as ações violentas com a dor que estas lhe provocam.

O tratamento o torna incapaz de qualquer ato de violência (nem mesmo em defesa própria), bem como de tocar uma mulher nua. Como efeito secundário, também não consegue ouvir a 9ª Sinfonia de Beethoven — que era sua peça favorita.

Sem a capacidade de se defender, e de ter sido desalojado por seus pais (estes alugaram sua casa a um hóspede, entregado seu som e tesouros, e aparentemente mataram Basil, sua cobra de estimação), Alex desanimadamente perambula por Londres. Ele encontra a velhas vítimas e dois de seus antigos droogs (agora policiais) que lhe golpeiam e quase afogam.

Alex vaga pelos bosques até chegar à casa do escritor cuja esposa havia estuprado. O escritor o deixa entrar antes de descobrir sua identidade; logo, droga a Alex através de uma garrafa de vinho que ele o faz beber e tenta fazê-lo se suicidar tocando uma versão eletrônica da Nona Sinfonia de Beethoven. Alex se joga de uma janela, mas sobrevive.

Depois de uma grande recuperação no hospital, Alex parece ser o de antes. No hospital, o Ministro de Interior (que havia antes selecionado Alex pessoalmente para o tratamento Ludovico) visita Alex, desculpando-se pelos efeitos do tratamento, dizendo que só seguia as recomendações de sua equipe. O governo oferece a Alex um trabalho muito bem remunerado se ele aceitar apoiar a eleição do partido político conservador, cuja imagem pública se viu seriamente danificada pela tentativa de suicídio de Alex e o polêmico tratamento ao qual foi submetido. Antecipando seu regresso, Alex narra o final do filme: "Definitivamente, estava curado" enquanto se vê uma fantasia surreal dele mesmo transando com uma mulher na neve, rodeado por damas e cavaleiros vitorianos aplaudindo, e pode-se escutar o último movimento da Nona Sinfonia ao fundo.


FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Laranja_Mec%C3%A2nica_%28filme%29

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dilema

Vivendo do Ócio
Composição: Jajá Cardoso / Luca Bori


Minha vida, minhas concepções
Sempre duvidei que você aceitaria
Sua intolerância me faz cada vez mais
Um refém de mim mesmo

Há uma semana atrás tentei te dizer
Você não quis me ouvir, falou pra esquecer
Disse que não dá mais e não iria adiantar eu falar
Agora sei que nunca vai entender
Todas as coisas que escrevi pra você
Eu vou apagar da minha memória junto com você

Sem mais, eu não pretendo mudar por você ou pra você
Não quero mais me enganar
Tudo que eu desejei foi estar ao seu lado,
Mas só querer não é o bastante mais

Há uma semana atrás tentei te dizer
Todas verdades que tentei esconder
Não suportava mais
E não ia adiantar eu falar

E a saída agora é me convencer
Que ao teu lado não iria mais ter
Motivos ou razões
Pra tentar continuar a viver

Aluga-se

Vivendo do Ócio
Composição: Raul Seixas/ Cláudio Roberto
A solução pro nosso povo eu vou dar
Negócio bom assim ninguém nunca viu
Tá tudo pronto aqui é só vim pegar
A solução é alugar o Brasil

Nóis não vamo paga nada, lá, lá, lá lá
Nóis não vamo paga nada
É tudo free, tá na hora
Agora é free, vamo embora
Dar lugar pros gringo entrar
Que esse imóvel tá pra alugar

Os estrangeiros sei que eles vão gostar
Tem o atlântico tem vista pro mar
A Amazônia é o jardim do quintal
E o dólar deles paga o nosso mingau

Nóis não vamo paga nada, lá, lá, lá lá
Nóis não vamo paga nada
É tudo free, tá na hora
Agora é free, vamo embora
Dar lugar pros gringo entrar
Que esse imóvel tá pra alugar
Se eu tivesse sido tudo que lamento não ter sido...
Se eu tivesse feito tudo que lámento não ter feito...
Se eu tivesse dito tudo tudo o que lamento não ter dito...
Será se eu não estaria a lamentar o fato consumado de ser o que sou, fazer o que faço e dizer o que digo...

terça-feira, 31 de agosto de 2010



A ARTE DA POESIA

Marcial Salaverry



A poesia é uma arte completa,
digamos que seja universal...
Não se vende, nem se compra,
isso não seria normal...
A emoção que ela causa é geral,
mesmo naqueles menos sensíveis...
para quem a podemos emprestar...
e é o que estou a anunciar...
Ela transforma a vida,
na mais linda de todas as artes,
na arte de viver bem,
num gostoso bem viver...
Sabendo a vida viver,
não notamos o tempo correr...
Sabendo na vida amar,
não a veremos passar...
Vivendo, simplesmente,
amando inteiramente,
poetando caprichosamente...
Melhor maneira pra não ficar demente...
Então, simplesmente,
faço este negócio de mente
para mente somente,
pense que é apenasmente
para que possa viver poetalmente...

ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:

ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:


1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em
nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo..
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
11- O brilho nos olhos quando sorriem.
12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.
15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.
19- As saudades que sentimos delas.
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo
para que mais nada lhes cause dor.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Semana Vegetariana 2010

Marca na agenda, de 1 a 7 de Outubro de 2010 acontece a 3ª Semana
Vegetariana.
Restaurantes, lojas, associações, centros de terapias e outras entidades
de todo o país são convidadas a promover actividades como, por exemplo,
palestras, debates, projecção de vídeos, workshops de cozinha,
piqueniques, descontos e promoções diversas de produtos e serviços.
Este ano, a cantora Romana aceitou também o desafio de apoiar a Semana
Vegetariana:
"Pelo meu bem-estar, o dos animais e o do planeta, sou vegetariana e
apoio a Semana Vegetariana" (Romana).
O site http://www.semanavegetariana.com disponibiliza toda a informação
relativa a essa Semana, assim como todas as iniciativas que se irão
realizar de Norte a Sul do país.
Junta-te a esta iniciativa de promoção do vegetarianismo!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Noite do ócio

As palavras brotam em minha mente e me sufocam, por não poder pronunciar tais palavres, que já escandalizarão o mundo, palavras que libertarão mentes oprimidas pela escuridão das rotinas nebulosas.
Gostaria que fossem realmente compreendidas com toda sua complexidade e simplicidade, sem estilo real e utopia singular fixando dados auto-biográficos de uma ciência artística, contradizendo a razão muitas vezes incoerente, seguindo em contra mão, vivendo as mentiras reais, insultando deuses e demônios , amando o divino e o profano sem pudor...

terça-feira, 6 de abril de 2010

IDÉIA FANTÁSTICA!!!!!!!!!!!

A cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas idéias brilhantes, dignas do seu gênio criativo.

Reclamando da inutilidade de programas como o Big Brother, ela deu a seguinte sugestão:

Colocar todos os pré-candidatos à presidência da República trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo.

Sem marqueteiros, sem assessores, sem máscaras e sem discursos ensaiados.

Toda semana o público vota e elimina um.

No final do programa, o vencedor ganharia o cargo público máximo do país.

Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.

Assim, quem financiaria essa casa seria o repasse de parte do valor dos telefonemas que a casa receberia e ninguém mais precisará corromper empreiteiras ou empresas de lixo sob a alegação de cobrir o 'fundo de campanha'.

A idéia não é incrivelmente boa?

Se você também gostou, mande essa mensagem para os amigos e faça coro pela campanha:


Casa dos Políticos, já!!!

Corte Seco


Corte Seco, da Cia. Vértice de Teatro, mostra as possibilidade de ampliação da experiência teatral quando se rompem as convenções teatrais. Alguns chama isso de metalinguagem, mas é muito mais. A metaliguagem, se fosse o caso, seria um recurso que revelaria o funcionamento da comunicação teatral, a peça dentro da peça. Em Corte Seco, ocorre um embaralhamento entre real, imaginário e representação. Por extensão, entre a vida dos atores e das personagens, entre o improviso e a marcação. Em outros termos, entre o real e o ficcionado.

No palco, a própria diretora, Christiane Jatahy, faz intervenções e muda a ordem das cenas. Será verdade ou foi tudo combinado? Esse mistério é muito excitante. Atores e atrizes são chamados por seus nomes reais. Mas seriam reais ou artísticos? Para complicar ainda mais o jogo, há no elenco celebridades (Du Moscovis, Marjorie Estiano), convivendo/contracenando com quem nunca apareceu na revista Caras. O uso do vídeo, que capta imagens de fora do teatro em tempo real, expande ainda mais as possibilidades de interpretação.

Mas e as histórias? São várias e se cruzam. Há o casal em crise porque ela não quer ter filhos. Há o menino apaixonado pela atriz famosa. Tem até um garoto que revela querer ser mulher. A mãe responde que já sabia que ele usava suas roupas escondido, mas pensava que era um segredinho entre eles.

Se no teatro do absurdo representava-se o vazio, Corte Seco inverte a equação e aponta para o vazio da representação. No lugar da angústia, a fruição do tempo. E o deleite de saber que a história sempre pode ser diferente.

Tags:Christiane Jatahy·Cia Vértice·Corte Seco·Crítica·Dialogar·Eduardo Moscovis·Mais Recentes·Marjorie Estiano

Andrea Doria (Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo Bonfá)

Às vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos
Tão certo...

Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços
De vidro...

Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente
Quase parecendo te ferir...

Não queria te ver assim
Quero a tua força
Como era antes
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada...

Às vezes parecia
Que era só improvisar
E o mundo então seria
Um livro aberto...

Até chegar o dia
Em que tentamos ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço...

Eu sei é tudo sem sentido
Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim...

Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...

Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais
Como sei que tens também...