domingo, 2 de janeiro de 2011

Conto 3




Na plenitude de minha insanidade me deparo com um anjo, meio retraída e descontente eu a vejo, mas ela não me vê? Como não me vê? Estou aqui do lado dela, mas algo lhe chama atenção, algo mis belo e reluzente, uma luz opaca que no ambiente restrito onde nos encontrávamos era quase que absoluto, mas eu estava ali, parei de beber e apaguei o cigarro e sorri, mas não tive resposta então percebi que tinha que brilhar, mas não tenho luz!
Então a luz opaca se vai lentamente e o anjo se entristece e se afasta para perto da lua, me aproximo com meu coração em uma bandeja de ouro e prata, lagrimas eu vejo cair, meu anjo me ver correndo ao seu encontro.
Refletido agora esta nosso amor nas estrelas, ela e a luz de encandeai minha veredas de forma que a noite e mais pálida e linda em todo o seu esplendor caminhas-mos á luz deste amor que nos guia para um destino ainda incompreendido pelo mundo, mas real para as criaturas da noite.

Fernando Gil Mesquita.

Nenhum comentário:

Postar um comentário