terça-feira, 2 de outubro de 2012

Coração a mostra.

Hoje na televisão vi um comercial bem interessante, acredito que era de margarina, as pessoas andavam pela cidade com sue coração a mostra, representados por um coração de pelúcia, o fato e que cada um tinha um coração mostrando com relação ao seu estado de saúde. Vendo esse comercial pensei, e se isso fosse verdade como seria esse mundo de corações a amostra? Comecei a imaginar os corações não retratando estado de saúde, mas sim o estado emocional de seu coração. Vim andado pelas ruas pensando nesse absurdo e aos pouco fui vendo  o coração de cada um, lógico que não literalmente ou estava vendo seu estado emocional, mas pude imaginar como estavam, o engravatado que corre para o trabalho com o coração frio e sem batimentos, a prostituta que esconde seu coração e o lhe dilacera pouco a pouco, o senhor da farmácia que deixa seu coração vagando pelo tempo rememorando amores passados, a garota com seu namorado na parada de ônibus e seus corações que trocam carias e juras de amor, e a outra jovem do lado que inveja o coração da amante. Todos estes corações compartilham o mesmo mundo e o mesmo espaço, mas cada um vê o que quer ver e sentir nada mais importa somente a realidade que nossos corações retratam em cada ponto, para uns o sentimento é importante para outros não passa de mera distração, somos assim querendo ou não temos momentos de engravatados, farmacêuticos, prostitutas e apaixonados pois todos somos todos humanos e isso faz parte de nossa natureza

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desabafo

Estou a prisionado no meu proprio eu, relevantemente um enxagero de minha parte, mas a cada dia que passa sinto minha humanidade sendo tragada pela terra que me sustenta. Temo o escuro, temo a solidão mas creio que este e meu unico destino inremediavel.
Socorra-me desta angustia envolvente desta dor latente, que me envenena e me entropece.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Questionável




Foram-se as razões, curvadas ás emoções

Das quais jamais questionarei

E a pacificação que me restava

Jogou-me contra a curva empoeirada

Sou um andarilho em um mundo marginal.


Sarah Delmar